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quarta-feira, dezembro 19, 2012

Já está à venda: CRÓNICAS INESPERADAS SOBRE O MUNDO



Já podes reservar o livro CRÓNICAS INESPERADAS SOBRE O MUNDO, em cronicasinesperadassobreomundo@gmail.com, que é certamente uma excelente sugestão para uma prenda de natal ou de final ano.


CRÓNICAS INESPERADAS SOBRE O MUNDO, é uma volta ao mundo sobre os principais acontecimentos sociais e políticos da última década.

Temáticas como: o pensamento estratégico de Portugal; o desenvolvimento regional; e emigração e a herança portuguesa no Oriente, a crise na União Europeia e do euro; a diplomacia; a instituição militar; o multiculturalismo; o acordo ortográfico; a revolta árabe; o conflito israelo-palestiniano; a CPLP; Brasil; os novos movimentos sociais; a comunidade ibero-americana, entre outras, são interpretadas e analisadas neste livro.

Sinopse

“Ao longo do tempo, fui escrevendo inesperadamente vários artigos de opinião para alguns jornais, como sejam o Reconquista de Castelo Branco, Jornal de Defesa e Relações Internacionais e para o Gothic Times – jornal da Universidade de New Jersey City, e mais recentemente para a edição digital da minha Raia Diplomática, que aliás servirá para assinalar o seu primeiro aniversário.

À semelhança da viagem da “Sagres”, as Crónicas Inesperadas Sobre o Mundo, têm o propósito de olhar, analisar e interpretar os acontecimentos e atitudes no mundo que “me forçaram” a meditar e a formalizar o meu pensamento, e que, apesar de críticos, pretendem indicar algumas ideias, alguns princípios, alguns caminhos sobre os assuntos versados.

Outra razão que me fez escrever este ensaio foi a pouca consideração que os principais órgãos de comunicação social dão aos temas da política e da actualidade internacional, olvidando que os portugueses foram os pioneiros da globalização. Também fui estimulado por outras opiniões que entravam em choque com as minhas concepções de ver o nosso mundo” .

Do autor

Bruno Caldeira nasceu em Bemposta do Campo. Em 2009, funda a revista Raia Diplomática que versa assuntos de actualidade internacional. “Crónicas Inesperadas Sobre o Mundo” é o seu primeiro livro, que consiste numa selecção de textos que foram escritos nos últimos dez anos em diversas publicações como o Jornal de Defesa e Relações Internacionais, no Reconquista (Castelo Branco), no Gothic Times – jornal da Universidade de New Jersey City, quer na própria Raia Diplomática.

Título: Crónicas Inesperadas Sobre o Mundo

Autor: Bruno Caldeira

1ª Edição: Novembro de 2012

Páginas: 152

ISBN: 978-989-20-3325-9

Preço: 12 euros

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Lançamento do livro CRÓNICAS INESPERADAS SOBRE O MUNDO de Bruno Caldeira



No próximo dia 13 de Dezembro (5ª feira), é lançada na Biblioteca Municipal de Castelo Branco, pelas 14 horas, a obra literária CRÓNICAS INESPERADAS SOBRE O MUNDO, da autoria de Bruno Caldeira. A apresentação estará a cargo de Cristina Granada, vereadora da cultura da Câmara Municipal de Castelo Branco.


Muitos assuntos e ideias são abordados neste livro, como a diplomacia – , no âmbito do trabalho desenvolvido pela Associação Domvs Egitanae, nomeadamente, através da realização das iniciativas “Semanas Finlandesas” em Penamacor e em Castelo Branco, e do projecto “Bemposta on the Road” – que consistiu numa exposição fotográfica relativa à Bemposta do Campo, a única aldeia histórica do concelho de Penamacor, que passou por diversas cidades europeias como: Londres, Helsínquia, Tallinn, Tartu e Santiago de Compostela.

Temáticas como: o pensamento estratégico de Portugal; o desenvolvimento regional; e emigração e a herança portuguesa no Oriente, a crise na União Europeia e do euro; multiculturalismo; o acordo ortográfico; a revolta árabe; o conflito israelo-palestiniano; a CPLP; Brasil; os novos movimentos sociais; a comunidade ibero-americana, entre outras, são interpretadas e analisadas neste livro.

Título: Crónicas Inesperadas Sobre o Mundo
Autor: Bruno Caldeira
1ª Edição: Novembro de 2012
Páginas: 152
ISBN: 978-989-20-3325-9
Preço: 12 euros

(Para reservar as CRÓNICAS INESPERADAS SOBRE O MUNDO, enviar uma mensagem para cronicasinesperadassobreomundo@gmail.com)

Sinopse
“Ao longo do tempo, fui escrevendo inesperadamente vários artigos de opinião para alguns jornais, como sejam o Reconquista de Castelo Branco, Jornal de Defesa e Relações Internacionais e para o Gothic Times – jornal da Universidade de New Jersey City, e mais recentemente para a edição digital da minha Raia Diplomática, que aliás servirá para assinalar o seu primeiro aniversário.
À semelhança da viagem da “Sagres”, as Crónicas Inesperadas Sobre o Mundo, têm o propósito de olhar, analisar e interpretar os acontecimentos e atitudes no mundo que “me forçaram” a meditar e a formalizar o meu pensamento, e que, apesar de críticos, pretendem indicar algumas ideias, alguns princípios, alguns caminhos sobre os assuntos versados.
Outra razão que me fez escrever este ensaio foi a pouca consideração que os principais órgãos de comunicação social dão aos temas da política e da actualidade internacional, olvidando que os portugueses foram os pioneiros da globalização. Também fui estimulado por outras opiniões que entravam em choque com as minhas concepções de ver o nosso mundo” .

Do autor

Bruno Caldeira nasceu em Bemposta do Campo. Em 2009, funda a revista Raia Diplomática que versa assuntos de actualidade internacional. “Crónicas Inesperadas Sobre o Mundo” é o seu primeiro livro, que consiste numa selecção de textos que foram escritos nos últimos dez anos em diversas publicações como o Jornal de Defesa e Relações Internacionais, no Reconquista (Castelo Branco), no Gothic Times – jornal da Universidade de New Jersey City, quer na própria Raia Diplomática.

Já podes pré-reservar as CRÓNICAS INESPERADAS SOBRE O MUNDO




Já podes reservar o livro CRÓNICAS INESPERADAS SOBRE O MUNDO, em cronicasinesperadassobreomundo@gmail.com . Os envios serão realizados a partir de dia 13 de Dezembro, em correio editorial, s/ registo.


Crónicas Inesperadas Sobre o Mundo, é uma volta ao mundo sobre os principais acontecimentos sociais e políticos que marcaram a última década.

segunda-feira, novembro 05, 2012

Quando a estupidez não tem limites! (1ª parte)


"Em todo este imbroglio que está a diminuir as sociedades dos países do sul da Europa, pertencentes à zona euro têm um denominador comum – o medo. O medo de perder o trabalho, o medo de perder bens materiais ou a habitação, que assume por sua vez um valor mais elevado, já que simboliza a indivualidade"...leia o texto completo em... http://www.raiadiplomatica.com/3728

sábado, novembro 03, 2012

MANIFESTO DA NOVA REPÚBLICA





Portugal está a enfrentar um dos períodos mais complicados da sua História!

Os problemas financeiros e económicos que estão a fustigar o seu povo são no fundo consequências da decadência dos seus valores nacionais, de justiça e de solidariedade sincera, pois o Estado e os seus sucessivos governos devem gerir os seus recursos em prol da sua comunidade, e não a favor de interesses corporativos e individuais.

Após longas décadas de “escuridão” civilizacional do Estado Novo, quando era retirados valores tão essenciais como a liberdade de expressão, o direito de decidir o futuro do seu país, ou então quando a maioria da sua população não tinha o acesso pleno aos bens de primeira necessidade, onde a fome grassava pela sua população. 

Tal "escuridão"social jamais deveria regressar!

A grande motivação para o desencadear do 25 de Abril foi sem dúvida o descontentamento pelo prolongar da Guerra no Ultramar. Embora fossem repostos os direitos democráticos e cívicos, uma grande parte da riqueza do Estado foi distribuída de forma directa ou indirectamente aos senhores do antigo regime, lesando assim mais uma vez os interesses do seu povo. Aliás, este fenómeno é recorrente nas pós-revoluções, e o seu sucesso ou infortúnio, determina bem as matrizes do desenvolvimento social de qualquer nação.
Todavia, esses desvios materiais foram adormecidos com a entrada de Portugal na então Comunidade Económica Europeia (CEE), que foi sinónimo do fim do seu isolamento internacional, e aproveitando os efeitos da "guerra fria", que ainda estava activa, os fundos comunitários de coesão foram esbanjados em projectos megalómanos e alguns deles sem sentido, e em que as fraudes e a corrupção no Estado inquinavam os objectivos para que foram propostos, ou seja para modernizar e melhor a competitividade do país.

Passados dez anos da introdução da moeda única, o euro, sofre um violento ataque dos especuladores financeiros vindo do outro lado do atlântico, através das agências de notação financeira, em que as dívidas públicas dos estados da zona euro mais vulneráveis foram as principais vítimas. E meia década depois do início desta "bola de neve" que foi a crise do subprime, a União Europeia (UE) e os seus líderes, não conseguiram solucionar este dilema que está a criar muita angústia, e que vai manietando cada vez mais estados e milhões de cidadãos europeus que estão muito desamparados pela incompetência e arrogância dos seus governos subservientes à ditadura da austeridade irracional do governo alemão e dos seus "satélites".

Estes acontecimentos são bem reveladores que a afamada construção europeia estava afinal mal alicerçada e que os valores da UE plasmados nos seus tratados onde "o respeito pela dignidade humana, da liberdade, da democracia, da igualdade, do estado de direito e do respeito pelos direitos do Homem" (artigo 2º do Tratado de Lisboa), atestam bem a hipocrisia e o cinismo que reina dentro da União.
Contudo, os factores anteriormente descritos não inocentam as políticas erradas, a corrupção factual e moral, e sobretudo esta convicção que se está a generalizar de injustiça para todos que honradamente obtém os rendimentos do trabalho, e que agora têm de pagar por algo que em nada contribuíram, e de absoluta impunidade para os culpados.

Deste modo, é necessário mudar de paradigma - de readquirir a nossa independência e soberania nacional, e rumar efectivamente para um futuro mais promissor, confiante e audaz.

É tempo de reescrever a nossa história que ficou amarrada a 1580!

A mais antiga nação da Europa não pode estar sobre protecção, submissão ou benevolência frívola dos outros. Primeiro os espanhóis, depois os ingleses e agora a União Europeia!

Precisamos de rever o nosso orgulho nacional e histórico, para enfrentarmos os desafios do mundo, como fundadores da globalização devemos ter uma palavra a dizer na história universal, onde demos "novos mundos ao mundo", e agora é tempo de revitalizar esse legado.

Porém, os perigos continuam a rondar; para além dos nossos dilemas internos. Externamente o federalismo europeu, que é defendido inclusive pela maioria dos políticos portugueses pode significar a irreversibilidade de Portugal como nação soberana. 

Arregacemos as mangas e elevemos a alma para lutar contra tal fatalidade. 

Assim, a Nova República quer imprimir um novo pensamento estratégico para Portugal, que rompa com o actual cenário político, que é caracterizado pela fraqueza de espírito, e que discute mesmo os problemas de há trinta anos. Há que mudar o paradigma nacional, que imponha o racional pragmatismo, em vez das estéreis discussões, de modo a criar um Estado forte e uma sociedade civil dinâmica, para o bem de todos. 



Os fundamentos da Nova república:

I - A Nova República (NR) é um movimento social e político informal, que visa defender a independência e a soberania nacional, e bem como os valores democráticos e republicanos, da liberdade, de igualdade, de justiça e da dignidade humana. Contribuindo assim, para o desenvolvimento social, económico e cultural, de modo atingir o bem-estar do seu povo.

II - A NR quer promover a unidade nacional em todo o seu território. Apoia a discriminação positiva para as regiões economicamente mais desfavorecidas, e considera a sua diáspora e os luso-descendentes, um valioso activo na promoção da imagem, da cultura, dos costumes e da língua portuguesa além-fronteiras, e rejeitará qualquer discriminação entre os seus cidadãos.

III - A NR defende os ideais republicanos, nomeadamente o da igualdade, do direito de voto universal, da escola pública ou do acesso público aos cuidados de saúde. Considera o exercício da actividade política, como uma das formas mais dignas de promover a causa pública, onde deverão ser proporcionados aos seus titulares e agentes, os meios adequados à sua função, e não um tratamento especial e aristocrático, que vai contra os princípios fundamentais da República.

IV - A NR adopta os valores da social-democracia, e apoia a intervenção do Estado na economia para evitar o liberalismo selvagem e sem regras, incluindo a propriedade dos sectores estratégicos do país, e defende o investimento na inovação, empreendedorismo e na iniciativa privada, para que haja a criação de riqueza e de empregos, em consonância com a responsabilidade social.

V - A NR pretende que a União Europeia seja um espaço de cooperação política, económica e cultural. No entanto, as normas e decisões comunitárias jamais poderão ser consentidas se ferirem as normas da Constituição da República Portuguesa (CRP), não apenas no que concerne aos direitos fundamentais, mas também no que diz respeito à sua identidade, valores culturais e que trave o seu desenvolvimento económico. Neste sentido, a NR rejeitará qualquer tipo de federalismo formal e efectivo que venha a pôr em causa os interesses de Portugal.

VI - A NR promoverá um amplo debate sobre a permanência de Portugal na zona euro - vantagens e desvantagens, equacionando e simulando vários cenários. Em consequência das conclusões deste grande fórum, irá emitir e defender a sua posição oficial sobre esta questão.

VII - Não obstante do interesse em quer continuar a permanecer como membro de pleno direito da União Europeia; as transformações políticas e sociais na Europa impõem o estabelecimento de novas directrizes a nível internacional e de alianças estratégicas.
Para além de continuar a estabelecer uma relação especial com os países de língua portuguesa, deverá também reforçar a sua vertente atlântica através da comunidade dos países ibero-americanos, e bem também como os Estados Unidos na dimensão económica.
Deverá investir na sua presença no Oriente, em especial com os países de fortes ligações históricas a Portugal.
Por fim, deverá empenhar-se na formação da União Mediterrânica, de maneira a aproximar-se com os países árabes que marginam o Mar Mediterrâneo, e ao mesmo tempo servirá de uma organização de pressão perante os excessos da Europa germânica e nórdica.

VIII - A NR dará grande importância ao desenvolvimento social, educacional, cultural e económico dos seus jovens, incentivando-os a contribuir com a sua força e iniciativa para a promoção da sua sociedade.
Do mesmo modo, proporcionará aos seus idosos a sua integração social e de bem-estar nas suas comunidades, que não é mais que uma obrigação inequívoca do Estado.

IX - A NR entende que a promoção da cultura é um dos baluartes da sua identidade nacional, que pode se traduzida em variadas formas de expressão artística quer na preservação patrimonial dos bens culturais que proliferam por todo o país, em que muitos estão ao completo abandono e sem apoios.
A NR implementará uma política cultural que concilie a valorização do património material e imaterial, a educação, a arte com as chamadas indústrias criativas, de modo a fomentar o prestígio, o orgulho e a internacionalização da sua cultura.

X - A NR defende a dignificação das suas Forças Armadas em adequação com o seu conceito estratégico, e a sua adaptação ao serviço da sociedade civil e do Estado em tempos de paz. Tal como as forças de segurança deverão estar apetrechadas para servir eficazmente a nação dos perigos internos e das ameaças externas.

XI - A NR organizar-se-á internamente pela transparência e rigor, nomeadamente pela apresentação pública dos interesses dos seus dirigentes.
Permitirá o direito de voto para a escolha dos candidatos às eleições do Estado, mesmo que não tenham uma ligação formal à NR, mas cuja participação será regulamentada pelos órgãos próprios do movimento.